Nunca gostei muito de nomes longos. Talvez fosse um pouco egocêntrico da minha parte — meu nome é bem curto, acho que foi um dos motivos pelos quais meu carinho por nomes como Maria e Rita cresceu tanto. E eu estava convencida que nomes grandes não eram coisa boa; todas as pessoas com nomes grandes que eu conhecia eram, para dizer o mínimo, duvidosas: Regina, Jéssica, Francisca... Geraldo. Esse último especificamente me fez desgostar da letra G, e me recusar a tomar um certo refrigerante de caju.
Acho que o destino, universo, ou o que quer que seja não gostou muito da ideia de que eu continuasse com essa visão de vida...
Porque o amor tem um nome comprido, e ele começa com G.




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Verdinha